domingo, 2 de dezembro de 2007

Olhar o céu

Olhamos o céu ou as estrelas?

A imensidão de escuro enfeitada de luzes é arrebatadoramente bela. Será que existiria escuridão se não houvesse luz? Haveria céu se estrelas não houvesse? Se assim fosse seria impossível fazer distinção entre tudo e coisa nenhuma. As estrelas são divinamente belas, perfeitas, brilhantes, únicas… Se não estivessem pregadas ao pano preto será que continuariam a ter o mesmo impacto?
Há estrelas, umas mais brilhantes, outras quase ocultas, e há o céu… Nem tudo pode ser estrela, nem tudo pode brilhar, senão não brilhava: é preciso haver sempre um pano escuro por trás. É preciso haver o lado escuro. Nem todos podemos brilhar, até porque, há muito mais céu que estrelas.

Especialmente dedicado a quem sente não fazer parte das estrelas

1 comentário:

Anónimo disse...

Tudo o que existe no céu faz com que este seja unico, todos os seus componentes tem a sua função, sem estes céu não seria céu.
Tanto o fundo negro, como a estrela mais brilhante como a mais recondida constroem com as suas particularidades unicas toda a magnitude e exberancia a que chamamos céu.
O brilho de cada coisa nao se encontra naquilo que obseramos, mas sim naquilo conhecemos, este é um conjunto de significados que atribuimos constatmente.
Sao as pequenas coisas que fazem parte da nossa vivencia que constroem o brilho que emanamos aos olhos dos outros.
Tu tens o teu próprio brilho, tens apenas que o procurar...